CAMISA: El regreso!

QUE ÉS?

El proyecto Camisa: surgió en Barcelona en el 2009, durante la primera edición del programa de practicas Inov-Art.
Después de haber encontrado en la calle cerca de treinta camisas, se sintió el impulso de realizar algo público con el conjunto de camisas encontradas, creyendo que podría ser entendido como objeto para una creación artística única y diversa.

Partiendo de la idea de una intervención personal y al mismo tiempo, algo… producido en espíritu de equipo, hizo que el proyecto Camisa: se dividiera en dos vertientes: Camisa punto y Camisa coma.

Camisa. (Camisa punto)
Consistió en ofrecer a todos los miembros del proyecto la oportunidad de intervenir individualmente dejando su marca en una camisa básica. El objetivo era expresar su obra, su intervención y su huella digital. Esta propuesta se destinó a varios miembros del programa Inov-Art 2009 ubicados en distintos puntos del mundo.

Camisa, (Camisa coma)
Fue la camisa que hizo de este proyecto algo global y que proporcionó la integración colectiva de los participantes de Inov-Art. Se atribuyó una camisa por país, que circuló entre las ciudades dónde se encontraban los diferentes creativos, pasándola de mano en mano, construyendo una obra final representativa del grupo de participantes de cada país.

Dos años después, se reactiva el espíritu Camisa:, sintiendo el impulso y la necesidad de expandir el proyecto con la llegada de la tercera edición del programa Inov-Art. Surgió la idea de hacer una conexión entre los creativos, presentando el concepto Camisa: a los nuevos participantes, para que este pueda servirles de motivación e inspiración al desarrollo de nuevos desafíos y proyectos colectivos.

La exposición tendrá lugar en Cream Espai Creatiu, en Barcelona del 5 al 10 de septiembre.
Le invitamos a la inauguración el próximo 7 de septiembre a las 20h

DÓNDE?
Cream Espai Creatiu
Passatge de la Pau 14, Loc 2
Barcelona, Spain
HORA?
07 September · 20:00 – 22:00

 

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Barcelona, 29 de Janeiro de 2010

Hoje é o dia de desmontagem do Camisa:.Há um sentimento de vazio no ar, mas a sensação de missão cumprida estampa-nos a testa. Conseguimos. De um saco do Ikea para uma das mais prestigiadas galerias de arte em Barcelona. Como? Desculpa? Isso mesmo. O Camisa: esteve vivo durante dez dias, com um período de gestação de quatro meses.

Voltando atrás nesses meses, quando tudo começou, é importante referir o catalisador de toda esta reacção artística, a Maria João Floxo.

A Maria foi a pessoa que encontrou as famosas camisas. Virgens e inalteradas. Prontas para se tornarem em objectos artísticos colectivos e individuais de quem lhes quisesse pegar. Os “Inovarts” de Barcelona quiseram, e depois de muitas trocas de emails, de reuniões e de desistências por motivos aleatórios, uma equipa surgiu.

Uns chamam-lhe comissão organizadora, outros chamam-lhe elitismo. Eu chamo-lhe equipa e, mais importante ainda, chamo-lhe o verdadeiro espírito de equipa! Acabamos assim por ser nove. Ana Seixas, Daniel Santos, Frederico Marques, Laura Martins, Maria Guerreiro, Maria João Floxo, Mariana Bacelar, Ricardo Leal e eu, Raquel Martins.

Começamos por nos juntar na “casa deles” (Maria Guerreiro, Daniel Santos e Ricardo Leal), sempre à noite e com jantar patrocinado por pizza e Xibeca. Nesta casa em forma de “U”, a casa oficial do Camisa:, foi onde se realizaram as sessões loucas de brainstorming, o despejar de ideias, os testes à criatividade de cada um e, por fim, de onde surgiram os três sub-conceitos do projecto: “camisa,”, “camisa;” e “camisa.”. Seguimos para a próxima etapa. Espalhar a palavra e esperar que o resto dos “inovarts” que ainda não estavam a par do sucedido, tanto em Barcelona, como no resto do mundo, achem tanta piada à ideia como nós.

Passados dias, em efeito pop-up, tínhamos já a lista dos participantes e dos seus países: Alemanha, Áustria, Brasil, Espanha, E.U.A., Finlândia, Holanda, Inglaterra, Rússia e Suécia. Hormonas artísticas ao rubro, motivação em cima e, como se não bastasse, a Galeria de Arte Area Dos3dos / de José de Ibarra, confirma-nos a exposição durante dez dias de Janeiro 2010. O furor instalou-se e tornou-se constante, por enquanto ainda associado a um projecto irreal. Procurámos apoio financeiro, e  encontrámo-lo no Consulado de Portugal em Barcelona e no Instituto de Camões. Demos então o primeiro passo físico do Camisa dois pontos: o envio das encomendas! Com isto, abrimos a porta ao mundo e esperamos assim que a viagem das camisas fosse curta e que voltassem a casa com intervenções artísticas únicas. Por cá também não fizemos por menos. A camisa colectiva Espanha passou pelas mãos de muitos “inovarts” em Barcelona e teve duas paragens em Valência. Nesta fase, já havia material suficiente para prosseguir á promoção e divulgação do projecto. Enviamos o press kit para toda a imprensa espanhola e portuguesa.

O Camisa: foi bem recebido e teve óptima crítica. O orgulho tornou-se ainda maior. O aguardado dia da inauguração chegou. São 20.00h em ponto, as portas abrem-se ao público, já não há nada a fazer. Uma calamidade artística instalou-se em forma de camisas.

A inauguração, com direito a uma performance da Andrea Inocêncio e um concerto do Tiago Grade (ambos “inovarts”) foi um sucesso. Foi um dia intenso, mas principalmente as duas horas que a inauguração durou tornaram-se indescritíveis. Foram a desculpa para muitos reencontros e um convívio extremo. Durante os dias seguintes, a exposição teve muita afluência de pessoas e principalmente deixou uma grande e boa impressão a quem visitou.

O Camisa: não esteve só presente na Galeria Area Dos3dos / de José de Ibarra, alastrou-se também a algumas lojas de Barcelona. Durante o tempo que durou a exposição, houve camisas expostas em lojas de acordo com o tipo de espaço comercial. Por exemplo, uma camisa rebuçado em tamanho real exposta na Papabubble (loja de rebuçados artesanais) ou a camisa bacalhau exposta na loja Casa del Bacalau.

Voltando ao dia de hoje, aqui estamos na galeria onde teve lugar a exposição, a retirar camisa por camisa da parede. Barcelona recebeu-nos bem, mas não nos chega. Agora queremos Lisboa, a capital do nosso querido país. Queremos mostrar a Portugal do que fomos capazes e o que atitude e muita boa vontade juntas fazem. A culpa não é nossa, é do Inov-Art, que nos atiçou.

Queremos reencontramo-nos, voltar a montar a exposição com o orgulho a sair-nos da pele. Por isso queremos voltar a contar com ele para nos ajudar neste próximo passo: levar o Camisa: a Portugal!

Em nome de todos referidos em cima, agradeço às pessoas que participaram e ajudaram a dar vida ao Camisa:

Até á próxima!

Raquel Martins

A exposição

Registo fotográfico da exposição do CAMISA:
Obrigado a todos os participantes e amigos e entidades que tornaram possível a realização do CAMISA: !

Camisa. _ Jorge Sousa

WOMAN KILLED AFTER PANIC ATTACK!

Los nervios la atrapan, no sabe lo que hacer y empieza a tomar actitudes precipitadas, queda desorientada, impulsiva y descontrolada… ¡La razón puede estar a su lado, pero está casi a la orilla de un ataque de pánico que dificulta la comunicación, la sensatez y el AMOR! Por ese motivo, la maté y guardé su bien más precioso, una bella camisa blanca de corte pequeño y  justo. La amapola es colocada en el bolsillo como semilla de fertilidad por forma a hacer despertar esta mujer para el sueño, hacerla resurgir de nuevo para la felicidad y calma que solo un beso lo puede hacer.
A una mujer [des]conocida.
Amapola – fertilidad, resurrección, sueño

Camisa Colectiva Brasil _Helena Carvalho

De toalha de mesa, em casas e restaurantes, a cortina em provador de loja, de “papel” de parede a almofada, de vestuário a objecto de luxo, a chita está presente, de norte a sul, no quotidiano brasileiro.Originária da Índia, e importada pelos portugueses no tempo das descobertas, este tecido implantou-se como marca cultural do Brasil.
As suas cores fortes, os seus padrões, e a minha paixão por eles, levaram-me a introduzir um pedaço colorido deste país na Camisa. Tendo como mote o lado social, criado pela Joana, parto para a construção de uma gravata, e dois punhos de chitão.
A camisa está agora pronta para marcar o seu encontro social, e na falta de rede telemóvel, que tantas vezes acontece por aqui, recorre-se ao único, e famoso, Orelhão! (leia-se, Ôrêlhão!)

Camisa. _Ana Grave

Camisa de Dalí

Port Lligat, 2 de Outubro de 192
Camisa usada por Salvador Dalí enquanto dava de comer aos seus gansos de estimação.

Camisa Colectiva Espanha _Ana Grave

“El zoo de Gaudí”

Para los que son de aquí o para los que saben más, son chistes, bromas de mal gusto. Para los de fuera, que quieren conocer raíces y costumbres, es un juego de verdadero o falso que presenta lo que es y lo que no es, como si fuera de Barcelona.

Desde una gorra que dice Barcelona debajo de un estampado de la Fuente de Cibeles de Madrid hasta los sombreros mejicanos que se venden si o si en todas las tiendas de la Rambla. Barcelona está llena de objetos vendidos como recuerdos de sitios o cosas que son una mezcla fértil de la imaginación de los fabricantes que producen las piezas “típicas” de Barcelona a 10.000 km de distancia.
Este es uno de muchos: un elefante decorado con azulejos como el lagarto de Gaudí, se vendía en una tienda por 6,90€. Me atreví a pedir un descuento.
-No señora. Este no puedo bajar el precio porque es original de Gaudí.
Menos mal que en la tienda al lado pude comprar el mismo “original” por 1,90€.